segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Se veja no seu Universo

Imagine a Terra como sendo uma esfera de 1,0 metro de diâmetro, localizada na Esplanada dos Ministérios, em Brasília:
A Lua seria como uma bola de futebol, localizada a 30 metros de distância dessa esfera;
O Sol seria como uma bola gigante, com 110 m de diâmetro, ocupando metade do estacionamento do Aeroporto de Brasília (a 11 km de distância);
Plutão seria do tamanho de uma bola de futsal (17 cm), localizado no centro de Uberlândia.
Alfa Centauro, o sistema planetário mais próximo, seria um pequeno conjunto de objetos perdidos no espaço vazio, à inimaginável distância de 3,2 milhões de quilômetros (oito vezes mais longe que Lua).
- Para melhor entender: se reduzíssemos os sistemas planetários do Sol e de Alfa Centauro ao tamanho de moedas de 1 Real, uma estaria localizada no centro de Brasília e a outra em Paris, a 8.600 km. O resto seria todo o vazio do espaço sideral.
Voltando à Esfera-Terra de 1 m de diâmetro, lá na Esplanada:
A estação espacial internacional seria como uma minúscula bactéria (com 9 milésimos de milímetro), localizada a 3 cm de distância dessa Esfera-Terra;
A atmosfera respirável seria uma fina camada sobre essa esfera, com menos de meio milímetro de espessura - praticamente imperceptível;
A crosta rígida que recobre o magma incandescente e que forma os continentes seria uma finíssima casca com espessura de 2,5 milímetros (proporcionalmente três vezes mais fina que a casca de um ovo);
As Fossas Marianas (ponto mais profundo dos oceanos) teria imperceptíveis 0,8 milímetros de profundidade. 

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

domingo, 1 de julho de 2018

Samara, a ex cidade secreta

Com mais de três milhões de habitantes (só perde para São Paulo e Rio, no Brasil), é a sexta maior cidade da Rússia.

Fundada em 1586 como uma fortaleza militar, tornou-se o maior centro de distribuição de comércio até 1935, quando teve início um franco processo de desenvolvimento industrial, passando a se chamar Kuibyshev.

Nos anos 40 e 50 era a capital reserva da União Soviética, tendo sido a sede do Kremlin durante a segunda guerra Mundial.

A partir dos anos 50, dada a sua localização geográfica privilegiada, constituiu-se gradativamente num dos principais centros de comunicação e de desenvolvimento científico, industrial, comercial e cultural, onde se concentra atualmente grandes indústrias automobilísticas, de transporte, de equipamento ferroviário e naval, química, petróleo e gás, maquinário, metalúrgica e de alimentos e, especialmente, a poderosa indústria aeroespacial Russa.

Por sediar os grandes interesses de importância estratégica, era uma espécie de "cidade secreta" da ex União Soviética, onde não era permitido a entrada de estrangeiros. Por isso, chegou a ter sua existência ignorada nos países ocidentais, inclusive em livros didáticos de geografia.

Com o fim da União Soviética, em 1991 o antigo nome (que homenageava um revolucionário soviético) foi trocado para SAMARA, que significa "protegida por Deus", vindo a ser redescoberta não só por grandes empresas investidoras multinacionais, como também por milhões de turistas do mundo inteiro.
 * Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM





















sábado, 9 de junho de 2018

Brasil x Argentina

A mídia brasileira força a barra na tentativa de banalizar o nosso país vizinho há décadas. Mas será que as qualificações atribuídas a eles procedem?
Vejam as comparações em relação a alguns aspectos conjunturais e tire suas próprias conclusões:

Economia:
1.   A Argentina recorreu ao FMI pedindo US 50 bilhões para sanar a sua economia, mas o Brasil pediu 110 bilhões dos anos 90.
2.   A Argentina, com um território equivalente a 1/4 do nosso, do qual 1/3 é improdutivo por causa das cordilheiras e da neve, já foi a 5ª economia mundial e o Brasil gigante nunca chegou perto disso.
3.   A hiperinflação argentina está em torno de 23% a.a., mas a nossa, antes de FHC, chegou a 2.478% a.a (recorde mundial histórico, 11 vezes maior que a deles).
4.   A moeda Argentina foi equiparada ao Dólar americano por várias décadas.
Social e Política:
5.   A ameaça comunista levou mais tempo para assumir o poder na Argentina e foi derrubada um ano antes do que no Brasil.
6.   A população argentina não emigra para outros países, a não ser na condição de profissionais de alto nível ou investidores, diferentemente de milhões de brasileiros.
7.   A sociedade argentina é organizada por tradição cultural, sem a manipulação de sindicatos.
8.   Greve na Argentina acontece em absoluta harmonia, com ruas semi desertas, tal como nos países europeus, enquanto no Brasil, sempre se traduz em baderna e caos.
9.   A qualidade de vida da população idosa é infinitamente melhor que no Brasil e, até mesmo, que na maioria dos países.
10.    A qualidade e o preço do transporte público na Argentina não tem paralelo em nenhuma capital brasileira.
11.    A proporção de argentinos na miséria é infinitamente menor que no Brasil.
12.   O desemprego na Argentina (8%) está 50% abaixo do nosso (12%), sendo que, além disso, eles não incluem beneficiário de “bolsas” como se fossem "empregados".
Educação/Formação:
13.   As crianças argentinas recebem educação bilíngue desde a primeira infância, que não existe no Brasil.
14.   O sistema educacional básico e secundário argentino preserva no currículo várias disciplinas de formação cívica, moral, ética e de valores nacionais, que no Brasil se deteriorou.
15.   A Argentina mantém várias Universidades entre as melhores no ranking mundial, enquanto o Brasil nunca teve nenhuma.
16.   A maioria dos cursos superiores argentinos são reconhecidos em praticamente todo o mundo, enquanto os diplomas brasileiros não são aceitos.
Cultura:
17.   A Argentina tem cinco vezes mais livrarias do que o Brasil.
18.   A Argentina tem três prêmios Nobel e o Brasil nenhum.
19.   As cidades argentinas são repletas de parques e praças com quadras e Arenas esportivas lotados nos fins de semana, coisas que no Brasil é muito raro.
20.   A quantidade de ciclovias de Buenos Aires não se equipara a nenhuma capital brasileira.
21.   Os argentinos preservam, com muito orgulho, os valores sociais e o nacionalismo, que no Brasil já acabou.
Segurança/Violência:
22.   Na Argentina acontece uma morte por ano a cada 100 mil habitantes e no Brasil é o dobro (2 mortes/ano/100 mil).
23.   A violência urbana, roubos e assaltos na Argentina é ínfima, se comparado com o Brasil.

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O Brasil já foi uma grande nação!

1.      Éramos a 4ª maior economia mundial.
2.     Nossos parlamentares NÃO RECEBIAM REMUNERAÇÃO pelo cargo que, ainda assim, era muito disputado e considerado altamente honroso.
3.      O Poder Judiciário era uma instituição honrada e idolatrada pela população.
4.   O imperador, titular do poder executivo, era um cidadão preparado, desde a mais tenra infância, para amar e defender a sua nação, se necessário com o próprio sangue, inclusive contra instituições e autoridades perversas.
5.  O mandatário da nação era capacitado e formado tecnicamente e politicamente, desde criança, para governar com austeridade e competência.

Um golpe político destrói 42 anos de prosperidade.
Infelizmente, proclamou-se uma república fajuta que foi apropriada por populistas ladrões e corruptos safados e, assim, acabou-se o sonho de um país, que nunca mais se ergueu da lama.
E cada vez afunda mais, prestes a ser aniquilado de vez pela desgraça comunista, com o apoio de milhões de asseclas mentalmente manipulados e convertidos em claquetes humanas, que idolatram bandidos da pior categoria.

Veja abaixo alguns dados do que já foi um Brasil gigante, belo, forte, impávido colosso, governado por um brasileiro de verdade - o último dos estadistas.

Como era a conjuntura econômica brasileira de 1850 a 1889:
1.      O Brasil era a 4ª Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História.
2.      Existia 14 Impostos - atualmente são 92.
3.      A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.
4.   O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo, perdendo apenas para Inglaterra.
5.      O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
6.      A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano.
7.      A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano.
8.      Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto tramita até hoje e nunca saiu do papel.

Como era a conjuntura social brasileira em 1889:
1.     A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental (em 1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados.
2.   A primeira favela na cidade do Rio de Janeiro teve início em 1893, 4 anos após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.
3.       O Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.
4.     O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.
5.     D. Pedro II tentou junto ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848 - uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
6.     O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani”, foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
7.   Pedro II extinguiu a guarda chamada Dragões da Independência por achar que era ostentação desnecessária e desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
8.      O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
9.      O Brasil foi o primeiro país do mundo, depois dos Estados Unidos, a instalar o telefone, de Graham Bell.
10.   A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. "Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que 'causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolera uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição'." Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
11.  "Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou" (Machado de Assis).

Como era a conjuntura política
1.   Os parlamentares NÃO RECEBIAM REMUNERAÇÃO pelo cargo, considerado altamente honroso;
2.     O Poder Judiciário era uma instituição honrada e idolatrada pela população;
3.    O imperador, titular do poder executivo, era um cidadão criado e preparado, desde a mais tenra infância, para amar e defender a sua nação, se necessário com o próprio sangue, inclusive contra instituições e autoridades perversas;
4.      O mandatário da nação era capacitado e formado para governar com austeridade e competência.
5.      Na época do golpe militar que proclamou a República, em 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.
6.      José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

Como era o nosso governo e nossos governantes:
1.      D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que em 17 deles era fluente.
2.      A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
3.      A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
4.      Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
5.      A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.
6.      D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
7.      D. Pedro II era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
8.    Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
9.      Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
10.  Os pequenos filhos da Princesa Isabel editavam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
11.  D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
12.  Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
13.  Pedro II fez um empréstimo pessoal há um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
14.  A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
15.  Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.
16.  Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
17.  D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
18.  Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
19.  Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.
20.  D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,69m e mulheres 1,61m.


Outras Curiosidades:
https://www.facebook.com/DPedroIIdoBrasil/photos/a.227814037349724.56300.227793607351767/670344306430026/?type=3&hc_location=ufi

Fontes:
Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II, Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Chico Xavier e D. Pedro II, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros.

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM