quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O Brasil já foi uma grande nação!

1.      Éramos a 4ª maior economia mundial.
2.     Nossos parlamentares NÃO RECEBIAM REMUNERAÇÃO pelo cargo que, ainda assim, era muito disputado e considerado altamente honroso.
3.      O Poder Judiciário era uma instituição honrada e idolatrada pela população.
4.   O imperador, titular do poder executivo, era um cidadão preparado, desde a mais tenra infância, para amar e defender a sua nação, se necessário com o próprio sangue, inclusive contra instituições e autoridades perversas.
5.  O mandatário da nação era capacitado e formado tecnicamente e politicamente, desde criança, para governar com austeridade e competência.

Um golpe político destrói 42 anos de prosperidade.
Infelizmente, proclamou-se uma república fajuta que foi apropriada por populistas ladrões e corruptos safados e, assim, acabou-se o sonho de um país, que nunca mais se ergueu da lama.
E cada vez afunda mais, prestes a ser aniquilado de vez pela desgraça comunista, com o apoio de milhões de asseclas mentalmente manipulados e convertidos em claquetes humanas, que idolatram bandidos da pior categoria.

Veja abaixo alguns dados do que já foi um Brasil gigante, belo, forte, impávido colosso, governado por um brasileiro de verdade - o último dos estadistas.

Como era a conjuntura econômica brasileira de 1850 a 1889:
1.      O Brasil era a 4ª Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História.
2.      Existia 14 Impostos - atualmente são 92.
3.      A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.
4.   O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo, perdendo apenas para Inglaterra.
5.      O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
6.      A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano.
7.      A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano.
8.      Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto tramita até hoje e nunca saiu do papel.

Como era a conjuntura social brasileira em 1889:
1.     A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental (em 1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados.
2.   A primeira favela na cidade do Rio de Janeiro teve início em 1893, 4 anos após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.
3.       O Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.
4.     O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.
5.     D. Pedro II tentou junto ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848 - uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
6.     O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani”, foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
7.   Pedro II extinguiu a guarda chamada Dragões da Independência por achar que era ostentação desnecessária e desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
8.      O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
9.      O Brasil foi o primeiro país do mundo, depois dos Estados Unidos, a instalar o telefone, de Graham Bell.
10.   A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. "Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que 'causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolera uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição'." Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
11.  "Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou" (Machado de Assis).

Como era a conjuntura política
1.   Os parlamentares NÃO RECEBIAM REMUNERAÇÃO pelo cargo, considerado altamente honroso;
2.     O Poder Judiciário era uma instituição honrada e idolatrada pela população;
3.    O imperador, titular do poder executivo, era um cidadão criado e preparado, desde a mais tenra infância, para amar e defender a sua nação, se necessário com o próprio sangue, inclusive contra instituições e autoridades perversas;
4.      O mandatário da nação era capacitado e formado para governar com austeridade e competência.
5.      Na época do golpe militar que proclamou a República, em 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.
6.      José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

Como era o nosso governo e nossos governantes:
1.      D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que em 17 deles era fluente.
2.      A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
3.      A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
4.      Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
5.      A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.
6.      D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
7.      D. Pedro II era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
8.    Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
9.      Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
10.  Os pequenos filhos da Princesa Isabel editavam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
11.  D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
12.  Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
13.  Pedro II fez um empréstimo pessoal há um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
14.  A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
15.  Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.
16.  Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
17.  D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
18.  Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
19.  Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.
20.  D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,69m e mulheres 1,61m.


Outras Curiosidades:
https://www.facebook.com/DPedroIIdoBrasil/photos/a.227814037349724.56300.227793607351767/670344306430026/?type=3&hc_location=ufi

Fontes:
Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II, Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Chico Xavier e D. Pedro II, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros.

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Escravidão: quem foi vítima e quem foi opressor?

Entre 1550 e 1890, 12 milhões de negros africanos foram capturados por seus compatriotas poderosos que, movidos pela ambição de poder e riqueza, os venderam em troca de algodão e açúcar a comerciantes europeus. Estes, por sua vez, como negociantes que eram, os revendiam como escravos para fazendeiros e cidadãos ricos na América, geralmente em troca de açúcar e algodão. Era o branco trocado pelo preto.

Foi a maior migração de humanos do Planeta e a mais dramática. Dos 12 milhões capturados na origem, 2 milhões morreram em trânsito, amontoados como mercadoria nos porões dos navios negreiros. 

Muito embora a expatriação forçada e a condição de escravo impusessem uma severa e indigna degradação a essas pessoas, eles suportavam essa vida porque, enquanto mãos de obra úteis, eles ainda eram valorizados como "bens de produção" e, por isso, eram alimentados e tinham onde morar ou, pelo menos, onde se abrigar.

Por mais paradoxal que possa parecer, o outro grande golpe que essas vítimas sofreram foi a abolição que, por uma imposição legal compulsória e mal planejada, colocou toda essa gente nas ruas, sem casa, sem trabalho e sem ter, sequer, o que comer ou onde pernoitar. 

Foi um verdadeiro caos, pois a Lei proibia a relação escravocrata, mas não previa, nem tampouco regulava qualquer outro tipo de vínculo entre ex escravos e seus senhorios, obrigando a uma ruptura brusca, que deixou milhões de negros desamparados pelo país afora, em situação de indigência! Foram anos, talvez décadas de muito sofrimento, até que todo esse contingente se arranjasse na sociedade! Segundo alguns autores, eles não se arranjaram ainda, até hoje!

E foi justamente após a abolição - e por causa dela - que apareceram as primeiras favelas e guetos, assim como as centenas de quilombos e agrupamentos de pessoas em situação de penúria espalhados pelo interior do Brasil, tal como Canudos, por exemplo. 

A tão desejada libertação trouxe, como consequência, um efeito perverso, que não tinha sido avaliado. Ou seja, a liberdade foi conquistada, mas os ex cativos, acostumados ao paternalismo há gerações, não tinham condições de arcar com a própria subsistência, manutenção e segurança e caíram num limbo existencial, sem nenhuma assistência, nem por parte do Estado, nem da Igreja ou qualquer outra instituição que assumisse esse pesado encargo. 

A rigor, como diz o Historiador Florestan Fernandes, "a abolição foi uma espoliação extrema e cruel". No entanto, o estado, por razões óbvias, admite que fez corretamente o que deveria ter sido feito, pois se tratava de uma justa reivindicação da catgoria.   

Entretanto, a maior escravização da história da humanidade foi de negros escravizando negros compatriotas, para "uso" próprio. Entre os séculos XVI e XIX a Etiópia foi o único país africano a resistir à colonização europeia, assim como a não "exportar" seus próprios cidadãos como escravos. Em compensação, os seus governos tiranos garantia condições para que parte da população fosse segregada para ser usada como escravos pelos mais abastados, chegando a ter 10% da população escrava.

Fontes:
Migração dos negros pós abolição - C. E. Coutinho Costa
A nova Abolição - Petronio Domingues

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

domingo, 14 de janeiro de 2018

Redes Sociais versus Sociedade Tradicional

As redes sociais refletem fielmente a personalidade, assim como o estilo de cada um nas relações interpessoais.

Repare que nada é diferente do que sempre foi na sociedade tradicional-convencional. Muda apenas o ambiente onde a comunicação acontece, que antes era a praça pública, o clube ou a vizinhança, agora é a Internet; porém os atores e a dinâmica das relações são exatamente iguais nas duas realidades.

Tanto no ambiente tradicional quanto no virtual, sempre há aqueles que se expõem mais, que mostram as suas conquistas, exibem seus filhos, sua nova namorada, seu cachorrinho... Que falam e mostram fotos das viagens, do trabalho, das festas e jantares interessantes, que elogiam as virtudes da esposa, comentam façanhas dos amigos, etc... Tudo isso com a maior naturalidade, pois são as coisas boas da vida, das quais se sente orgulho e que trazem alegria quando compartilhadas com os amigos.

Essas pessoas são as Espontâneas - aquelas que, na sociedade convencional já se destacavam por esses mesmos aspectos e que, nas mídias atuais, estão sempre seguindo os amigos e vibrando com as conquistas e com o sucesso deles. Curtem tudo, comentam elogiando e participam de postagens de humor, de política, etc.

Há também aqueles que são mais contidos e, embora tenham virtudes e conquistas que, se fossem mostradas, levaria alegria aos seus amigos, mas que preferem ficar na sua. Muitas vezes nem acessam as redes sociais ou fazem isso muito raramente, apenas pra ver como andam  as pessoas mais próximas ou para saber das notícias.

Estes são os Isentos - aqueles que, na sociedade convencional, não gostam muito de opinar, preferem ficar mais à margem dos eventos e dos agitos e não ligam muito para a dinâmica social, festas viagens, etc.

Além destes, há ainda aqueles que até gostariam de aparecer mais, porém não se sentem seguros. Dentre estes, há alguns que ficam de olho nos outros - não perdem um lance sequer do que se passa ao redor. Percorrem a linha do tempo de cima em baixo, vasculhando tudo o que foi postado, mas nunca se manifestam! Nunca curtem nem comentam nada! Fazem de conta que não viram nada. É que, via de regra, as vitórias dos outros lhes causam desconfortos e, até mesmo, ira. Por isso, diante de cada postagem mostrando o sucesso de alguém, revoltam-se:
- Por que ele e não eu? Se perguntam inconformados!

Quando alguém comunica uma grande conquista nos Grupos de Whatsapp, por exemplo, ficam "sumidos" por dias ou semanas, depois reaparecem insinuando que não leram nada, por falta de tempo ou porque estavam doentes. Na verdade, leem tudo. É que costumam mentir, também.

Estes são aqueles mesmos que, na sociedade convencional, também costumam ficar na espreita, dissimulados, observando os outros. E quando um amigo conquista uma namorada linda, por exemplo, sempre arranjam um defeito pra ela. Se outro realiza um casamento de sonhos, fazem comentários cínicos e dizem que foi ridículo, esquisito e, da mesma forma, se o filho da vizinha é aprovado num concurso fabuloso, ironizam e tentam desqualificá-lo. Por outro lado, quando ficam sabendo que algum "amigo" sofreu um revés na vida, terminou um relacionamento ou teve problemas de saúde, vibram como se sentissem vingados por qualquer coisa e, secretamente em pensamento, exclamam:
- Bem feito! Quem mandou ser tão enxerido! Foi castigo de Deus!

Estes costumam também levar e trazer intrigas, jogando umas pessoas contra as outras, na expectativa de que, depois da briga, o "vencedor" fique do seu lado. Tramam uma espécie de conspiração fantasiosa, na qual acreditam que, se todos os bons forem aniquilados ou ridicularizados, ele sobrará em destaque na sociedade.
Estes últimos são os Invejosos.

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Redes Sociais x Sociedade Convencional

As redes sociais refletem fielmente a personalidade, assim como o estilo de cada um nas relações interpessoais. 

Repare que nada é diferente do que sempre foi na sociedade tradicional-convencional. Muda apenas o ambiente onde a comunicação acontece, que antes era a praça pública, o clube ou a vizinhança, agora é a Internet; porém os atores e a dinâmica das relações são exatamente iguais nas duas realidades.

Tanto no ambiente tradicional quanto no virtual, sempre teve aqueles que se expõem mais, que mostram as suas conquistas, exibem seus filhos, sua nova namorada, seu cachorrinho... Que contam coisas do seu trabalho, das suas viagens, falam de uma festa ou de um jantar legal, mostram fotos, elogiam as virtudes da esposa, comentam façanhas dos amigos... Tudo isso com naturalidade, pois são as coisas boas da vida, das quais se sente orgulho e que trazem alegria e prazer em compartilhar com os pares.
Essas pessoas são do estilo ESPONTÂNEO - aquelas que, na sociedade convencional já se destacavam por esses mesmos aspectos e que, nas mídias atuais, estão sempre seguindo os amigos e vibrando com as conquistas e com o sucesso deles. Curtem tudo, comentam elogiando e participam de postagens de humor, de política, etc.

Há também aqueles que são mais contidos e, embora tenham virtudes e conquistas que, se fossem mostradas, levaria alegria aos seus amigos, mas que preferem ficar na sua. Muitas vezes nem acessam as redes sociais ou fazem isso muito raramente, apenas pra ver como andam  as pessoas mais próximas ou para saber das notícias. 
Estes são os ISENTOS - aqueles que, na sociedade convencional, não gostam muito de opinar, preferem ficar mais à margem dos eventos e dos agitos e não ligam muito para a dinâmica social, festas viagens, etc. 

Além destes, há ainda aqueles que até gostariam de aparecer mais, porém não se sentem seguros. Dentre estes, há alguns que não perdem um lance sequer do que se passa em seu meio. Percorrem a linha do tempo de fora a fora, vasculhando fatos da vida dos outros, mas nunca se manifestam! Nunca curtem nem comentam nada - fazem de conta que não viram. 
Via de regra, as vitórias dos outros lhes causam desconfortos e, até mesmo, ira.
Por isso, diante de cada postagem mostrando a conquista ou o sucesso de alguém, revoltam-se: 
- Por que ele e não eu?
Quando alguém comunica uma grande conquista nos Grupos de Whatsapp, por exemplo, ficam "sumidos" por dias ou semanas, depois reaparecem insinuando que não leram nada, por falta de tempo ou por que estavam doentes. Na verdade, lêem tudo. É que costumam mentir, também.
Estes são aqueles mesmos que, na sociedade convencional, costumam ficar na espreita, dissimulados, observando os outros e, quando o filho da vizinha é aprovado num concurso fabuloso, por exemplo,  ironizam e tentam desqualificar! E quando um amigo conquista uma namorada linda ou realiza um casamento de sonhos, fazem comentários cínicos e sarcásticos.
Costumam também levar e trazer intrigas, jogando umas pessoas contra as outras, na expectativa de que, depois da briga, o "vencedor" fique do seu lado. Tramam uma espécie de conspiração fantasiosa, na qual acreditam que, se todos os bons forem aniquilados, ele sobrará em destaque na sociedade. 
Estes são os INVEJOSOS.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A terra não era dos índios

Ao contrário do que se prega, os índios nunca exerceram a ocupação ecologicamente correta, nem tampouco a propriedade legítima das terras brasileiras. Entenda por que.

Desde milhões de anos, muito antes deles chegarem, o país era constituído de florestas densas, com milhares de espécies de animais silvestres, a maioria dos quais vieram a ser extintos pela ação predatória, após a ocupação desses indígenas.

Por razões culturais, as etnias que ocuparam o território brasileiro não cultivavam a terra e não produziam nada para a própria subsistência. Vivendo como caçadores-coletores nômades, eles exploravam as áreas de terra até exaurir a fauna ou até o solo entrar em processo de desertificação. Em seguida, se transferiam para nova área e, assim, sucessivamente, uma área após a outra, ao longo de centenas ou milhares de anos, acabaram causando a degradação do meio ambiente e a extinção da maior parte da fauna e da flora silvestres.

Os desmatamentos e as constantes queimadas sem nenhum critério e sem controle, destruindo a microbiota e os nutrientes do solo, teriam sido responsáveis pela redução áreas de terras de cultura e de matas, com consequente expansão da caatinga e do cerrado que, somados, atingem atualmente a espantosa proporção de 38% do território nacional.

Uma vez que o estilo de vida indígena não propiciava nenhuma produção econômica e, considerando que a população necessitava de alimentação e bens de consumo, os governos, desde as Capitanias Hereditárias, muito sabiamente decidiram colocar as terras nas mãos de quem pudesse trabalhar e produzir.

Para viabilizar isso, conferiu-se aos produtores os chamados títulos de direito de propriedade, uma espécie de documento que tem fé pública e é respeitado no mundo inteiro, desde os tempos de Roma antiga, e que são as fontes do direito de propriedade vigente atualmente. 

Por outro lado, a alegação de que os indígenas sofrem por falta de terras é outra falácia! Cada criança indígena já nasce como proprietária de nada menos que 181 hectares de terra, sem que ninguém da sua família tenha que fazer absolutamente nada para adquirir esse patrimônio. São 118 milhões de hectares assegurados legalmente para 650.000 índios.

Ou seja, ao nascer a criança já integra o seleto grupo dos maiores latifundiários do país. E, caso venham a conseguir a demarcação de tudo o que reivindicam, cada nova criança já nascerá proprietária de 470 hectares de terra, convertendo a categoria indígena brasileira na maior elite latifundiária do planeta. Em consequência disso, o estado de Roraima, por exemplo, terá apenas 4,5 % do território atual.

E sabe o que as terras em mãos de indígenas produzem para a nação brasileira?
-   Nada! E nunca vão produzir, pois eles têm assegurado por lei o direito de continuarem, "ad eternum", apenas consumindo os recursos naturais, derrubando árvores e comendo os animais, sem nenhum compromisso de trabalhar, nem produzir. 
E sabe quem mais explora as riquezas naturais dessas terras?
-   ONG`s, supostamente mantidas por grandes multinacionais do ramo de ouro, diamante, madeira e fármacos!

Um modelo da injustiça que acontece:

Eu estive na reserva Raposa Terras do Sol em 2004, em missão oficial (por ordem dos índios, ali só entram autoridades do Ministério da Justiça) e, estranhamente, tivemos como interlocutores daqueles indígenas, cidadãos norte americanos, supostamente representantes de ONG`s defensoras do meio ambiente.

Mas, o que mais me deixou espantado, foi a quantidade de caminhonete de luxo 4x4 transitando na lama e de telefone celular via satélite per capta. Até hoje nunca vi nada igual, assim como nunca vi, nem no cinema, tanta corrente de ouro maciço no pescoço de tudo o quanto era peão de garimpo, nem tanto equipamentos de som e TV de último tipo em barracas de índio, ligados por geradores de alta tecnologia.

Daquelas terras haviam sido expulsas centenas de famílias sob o rigor do facão dos indígenas, que incendiaram tudo o que encontravam pela frente, assassinaram covardemente pessoas inocentes, mulheres e crianças, obrigando a sair os fazendeiros que exerciam a posse legítimas, muitas vigentes há mais de 230 anos, onde investiam e mantinham fazendas altamente produtivas. Ressalte-se que muitos desses fazendeiros eram descendentes de etnias indígenas rivais.
E sabe o que os índios que invadiram faziam ali?
-   Tomavam whisky e fumavam charuto deitados em redes, ouvindo música em aparelhos de som tão sofisticados que eu nunca pude comprar igual.

Vale observar que, pelas mesmas razões, as teses de legitimidade usadas pelos invasores de terras não passam de alegações falaciosas, que não encontram sustentação legal, nem jurídica, nem moral, nem respaldo histórico nenhum. Trata-se tão somente de ação criminosa, promovida por desocupados e comunistas de carteirinha, via de regra, preguiçosos que nunca trabalharam nem na cidade, muito menos na terra. Isso é crime.
Referências Bibliográficas: (i) Wikipedia, a Enciclopédia Livre, (ii) Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, de Leandro Narloch. 

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

terça-feira, 20 de junho de 2017

Maravilhas do Rock'n Roll - Anos 60/70: "Love Hurts"

Entre 1975 e 76, eu morava numa pensão na rua Guajajaras, esquina com São Paulo, em BH, juntamente com meus irmãos Thomé (Jader) e Aluísio, o meu primo Fernando Almeida, além do Geraldo Cesar Bontempo, o Luiz Carlos Ferreira e o João Pancada (filho do Neném do Salate) e mais uns doidos de Astolfo Dutra e Conselheiro Lafaiete.
Os Donos da Pensão eram uma família de refugiados portugueses, vindos de Angola para o Brasil, fugidos da guerra civil naquele país. Não me lembro os nomes deles, mas sei que o Luiz Ferreira apelidou a moça, filha da dona, de Genezinha 😀 e me lembro também que a gente gostava muito da comida, porque tinha azeite de oliva de verdade na mesa 😀 - eram portugueses, né!
Um dia o Aluísio, meu irmão, chegou na pensão trazendo uma fita K-7 com a música "Love Hurts", da banda escocesa Nazareth. A gente não tinha toca-fitas e não conhecíamos a música ainda, mas ele não se cansava de repetir que era a música mais linda que já tinha sido lançada no mundo!
No primeiro sábado seguinte, fomos para um boteco na esquina da Araguari com Goitacazes, onde a gente sabia que tinha toca-fitas e o dono colocava nossas fitas pra tocar.
Passamos a tarde inteira bebendo cerveja e ouvindo essa música. De vez em quando o dono do buteco colocava outra música, pra dar uma pausa, mas logo a gente estava lá, enchendo o saco dele pra voltar a repetir "Love Hurts" 😁
No final da tarde, a gente já tava chamando urubu de "meu loiro", quando o Fernando, muito criativamente, inventou a brincadeira de "peneirar copos", que consistia no seguinte: colocávamos vários copos cheios de cerveja na mesa, depois começava-se um vira-vira. Mas cada copo que era esvaziado no glut-glut, era atirado (peneirado) no asfalto, rua abaixo.
O objetivo era ver quem peneirava mais copos e quem fazia os cacos esparramarem mais no asfalto.
Coisas de estudantes adolescentes!!!
...
Hoje vi, na TL do Geraldo Magela, essa espetacular interpretação de "Love Hurts" com a cantora tcheca Gabriela Gunčíková, que me fez lembrar disso tudo, me fez sentir uma saudade imensa do meu irmão Aluísio, que nos deixou há 10 anos, e me emocionou.