sábado, 9 de junho de 2018

Brasil x Argentina


O Pelé pode até ser melhor que Maradona, mas veja em termos de:
Economia:
1.      A Argentina recorreu ao FMI para pedir 50 Bilhões de Dólares, mas o Brasil pediu 110 bilhões dos anos 90;
2.       A Argentina, com um território que é 1/4 do nosso, do qual 1/3 é improdutivo pelas cordilheiras e neve, já foi a 5ª economia mundial (o Brasilzão gigante nunca chegou perto disso);
3.     A hiperinflação deles está batendo 23% a.a., mas a nossa, antes de FHC, chegou a 2.478% a.a. (recorde mundial histórico);
4.   A moeda Argentina foi equiparada ao Dólar americano por várias décadas.

Social/Política:
5.  A ameaça comunista assumiu o poder bem depois e foi derrubada um ano antes do que no Brasil;
6.    A população argentina não vai embora para outros países, a não ser na condição de profissionais de alto nível ou investidores;
7.  A sociedade argentina é organizada por tradição, sem a manipulação de sindicatos;
8.       A qualidade de vida da população idosa é infinitamente melhor que no Brasil e, até mesmo, que na maioria dos países;
9.    A proporção de argentinos na miséria é muito menor que no Brasil;
10.  O desemprego na Argentina (8%) está 50% abaixo do nosso (12%), sendo que, além disso, eles não incluem beneficiário de “bolsas” como se fossem "empregados".

Educação/Formação:
11. As crianças recebem educação bilíngue desde a primeira infância, que não existe no Brasil;
12.  Eles preservam a estrutura da educação básica e secundária com disciplina, com ensino de qualidade, incluindo princípios morais e éticos (que no Brasil se deteriorou);
13. Mantêm várias Universidades entre as melhores no ranking mundial, enquanto o Brasil nunca teve nenhuma;
14.  Os cursos superiores deles são reconhecidos em praticamente todo o mundo, enquanto os diplomas brasileiros não são aceitos.

Cultura:
15.  Eles têm cinco vezes mais livrarias do que nós;
16.  Eles têm três prêmios Nobel e o Brasil nenhum;
17.  As cidades são repletas de parques e praças com quadras e Arenas esportivas lotados nos fins de semana, coisas que não tem no Brasil;
18. Eles preservam, com muito orgulho, os valores sociais e o nacionalismo, que no Brasil já acabou.

Segurança/Violência:
19.  Na Argentina acontece uma morte por ano a cada 100 mil habitantes e no Brasil são duas;
20.  A violência urbana, roubos e assaltos na Argentina é ínfima, se comparado com o Brasil.
         * Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

Brasil x Argentina


O Pelé pode até ser melhor que Maradona, mas veja em termos de:
Economia:
1.      A Argentina recorreu ao FMI para pedir 50 Bilhões de Dólares, mas o Brasil pediu 110 bilhões dos anos 90;
2.       A Argentina, com um território que é 1/4 do nosso, do qual 1/3 é improdutivo pelas cordilheiras e neve, já foi a 5ª economia mundial (o Brasilzão gigante nunca chegou perto disso);
3.     A hiperinflação deles está batendo 23% a.a., mas a nossa, antes de FHC, chegou a 2.478% a.a. (recorde mundial histórico);
4.   A moeda Argentina foi equiparada ao Dólar americano por várias décadas.

Social/Política:
5.  A ameaça comunista assumiu o poder bem depois e foi derrubada um ano antes do que no Brasil;
6.    A população argentina não vai embora para outros países, a não ser na condição de profissionais de alto nível ou investidores;
7.  A sociedade argentina é organizada por tradição, sem a manipulação de sindicatos;
8.       A qualidade de vida da população idosa é infinitamente melhor que no Brasil e, até mesmo, que na maioria dos países;
9.    A proporção de argentinos na miséria é muito menor que no Brasil;
10.  O desemprego na Argentina (8%) está 50% abaixo do nosso (12%), sendo que, além disso, eles não incluem beneficiário de “bolsas” como se fossem "empregados".

Educação/Formação:
11. As crianças recebem educação bilíngue desde a primeira infância, que não existe no Brasil;
12.  Eles preservam a estrutura da educação básica e secundária com disciplina, com ensino de qualidade, incluindo princípios morais e éticos (que no Brasil se deteriorou);
13. Mantêm várias Universidades entre as melhores no ranking mundial, enquanto o Brasil nunca teve nenhuma;
14.  Os cursos superiores deles são reconhecidos em praticamente todo o mundo, enquanto os diplomas brasileiros não são aceitos.

Cultura:
15.  Eles têm cinco vezes mais livrarias do que nós;
16.  Eles têm três prêmios Nobel e o Brasil nenhum;
17.  As cidades são repletas de parques e praças com quadras e Arenas esportivas lotados nos fins de semana, coisas que não tem no Brasil;
18. Eles preservam, com muito orgulho, os valores sociais e o nacionalismo, que no Brasil já acabou.

Segurança/Violência:
19.  Na Argentina acontece uma morte por ano a cada 100 mil habitantes e no Brasil são duas;
20.  A violência urbana, roubos e assaltos na Argentina é ínfima, se comparado com o Brasil.
* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O Brasil já foi uma grande nação!

1.      Éramos a 4ª maior economia mundial.
2.     Nossos parlamentares NÃO RECEBIAM REMUNERAÇÃO pelo cargo que, ainda assim, era muito disputado e considerado altamente honroso.
3.      O Poder Judiciário era uma instituição honrada e idolatrada pela população.
4.   O imperador, titular do poder executivo, era um cidadão preparado, desde a mais tenra infância, para amar e defender a sua nação, se necessário com o próprio sangue, inclusive contra instituições e autoridades perversas.
5.  O mandatário da nação era capacitado e formado tecnicamente e politicamente, desde criança, para governar com austeridade e competência.

Um golpe político destrói 42 anos de prosperidade.
Infelizmente, proclamou-se uma república fajuta que foi apropriada por populistas ladrões e corruptos safados e, assim, acabou-se o sonho de um país, que nunca mais se ergueu da lama.
E cada vez afunda mais, prestes a ser aniquilado de vez pela desgraça comunista, com o apoio de milhões de asseclas mentalmente manipulados e convertidos em claquetes humanas, que idolatram bandidos da pior categoria.

Veja abaixo alguns dados do que já foi um Brasil gigante, belo, forte, impávido colosso, governado por um brasileiro de verdade - o último dos estadistas.

Como era a conjuntura econômica brasileira de 1850 a 1889:
1.      O Brasil era a 4ª Economia do Mundo e o 9º Maior Império da História.
2.      Existia 14 Impostos - atualmente são 92.
3.      A Moeda Brasileira tinha o mesmo valor do Dólar e da Libra Esterlina.
4.   O Brasil tinha a Segunda Maior e Melhor Marinha do Mundo, perdendo apenas para Inglaterra.
5.      O Brasil foi o maior construtor de estradas de Ferro do Mundo, com mais de 26 mil Km.
6.      A Média do Crescimento Econômico era de 8,81% ao Ano.
7.      A Média da Inflação era de 1,08% ao Ano.
8.      Pedro II tinha o projeto da construção de um trem que ligasse diretamente a cidade do Rio de Janeiro a cidade de Niterói. O projeto tramita até hoje e nunca saiu do papel.

Como era a conjuntura social brasileira em 1889:
1.     A média nacional do salário dos professores estaduais de Ensino Fundamental (em 1880) era de R$ 8.958,00 em valores atualizados.
2.   A primeira favela na cidade do Rio de Janeiro teve início em 1893, 4 anos após a Proclamação da República e cancelamento de ajuda aos ex-cativos.
3.       O Rio de Janeiro era conhecido na Europa como “A Cidade Dos Pianos” devido ao enorme número de pianos em quase todos ambientes comerciais e domésticos.
4.     O bairro mais caro do Rio de Janeiro, o Leblon, era um quilombo que cultivava camélias, flor símbolo da abolição, sendo sustentado pela Princesa Isabel.
5.     D. Pedro II tentou junto ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848 - uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
6.     O Maestro e Compositor Carlos Gomes, de “O Guarani”, foi sustentado por Pedro II até atingir grande sucesso mundial.
7.   Pedro II extinguiu a guarda chamada Dragões da Independência por achar que era ostentação desnecessária e desperdício de dinheiro público. Com a república a guarda voltou a existir.
8.      O Brasil foi o primeiro país da América Latina e o segundo no Mundo a ter ensino especial para deficientes auditivos e deficientes visuais.
9.      O Brasil foi o primeiro país do mundo, depois dos Estados Unidos, a instalar o telefone, de Graham Bell.
10.   A imprensa era livre tanto para pregar o ideal republicano quanto para falar mal do nosso Imperador. "Diplomatas europeus e outros observadores estranhavam a liberdade dos jornais brasileiros" conta o historiador José Murilo de Carvalho. "Schreiner, ministro da Áustria, afirmou que o Imperador era atacado pessoalmente na imprensa de modo que 'causaria ao autor de tais artigos, em toda a Europa, até mesmo na Inglaterra, onde se tolera uma dose bastante forte de liberdade, um processo de alta traição'." Mesmo diante desses ataques, D. Pedro II se colocava contra a censura. "Imprensa se combate com imprensa", dizia.
11.  "Quanto às minhas opiniões políticas, tenho duas, uma impossível, outra realizada. A impossível é a república de Platão. A realizada é o sistema representativo [a Monarquia]. É sobretudo como brasileiro que me agrada esta última opinião, e eu peço aos deuses (também creio nos deuses) que afastem do Brasil o sistema republicano, porque esse dia seria o do nascimento da mais insolente aristocracia que o sol jamais alumiou" (Machado de Assis).

Como era a conjuntura política
1.   Os parlamentares NÃO RECEBIAM REMUNERAÇÃO pelo cargo, considerado altamente honroso;
2.     O Poder Judiciário era uma instituição honrada e idolatrada pela população;
3.    O imperador, titular do poder executivo, era um cidadão criado e preparado, desde a mais tenra infância, para amar e defender a sua nação, se necessário com o próprio sangue, inclusive contra instituições e autoridades perversas;
4.      O mandatário da nação era capacitado e formado para governar com austeridade e competência.
5.      Na época do golpe militar que proclamou a República, em 1889, D. Pedro II tinha 90% de aprovação da população em geral. Por isso o golpe não teve participação popular.
6.      José do Patrocínio organizou uma guarda especialmente para a proteção da Princesa Isabel, chamada “A Guarda Negra”. Devido a abolição e até mesmo antes na Lei do Ventre Livre , a princesa recebia diariamente ameaças contra sua vida e de seus filhos. As ameaças eram financiadas pelos grandes cafeicultores escravocratas.

Como era o nosso governo e nossos governantes:
1.      D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que em 17 deles era fluente.
2.      A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
3.      A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
4.      Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
5.      A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.
6.      D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
7.      D. Pedro II era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
8.    Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
9.      Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
10.  Os pequenos filhos da Princesa Isabel editavam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
11.  D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
12.  Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
13.  Pedro II fez um empréstimo pessoal há um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
14.  A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
15.  Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.
16.  Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
17.  D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.
18.  Em 1887, Pedro II recebeu os diplomas honorários de Botânica e Astronomia pela Universidade de Cambridge.
19.  Descontruindo boatos, D. Pedro II e o Barão/Visconde de Mauá eram amigos e planejaram juntos o futuro dos escravos pós-abolição. Infelizmente com o golpe militar de 1889 os planos foram interrompidos.
20.  D. Pedro II tinha 1,91m de altura, quando a média dos homens brasileiros era de 1,69m e mulheres 1,61m.


Outras Curiosidades:
https://www.facebook.com/DPedroIIdoBrasil/photos/a.227814037349724.56300.227793607351767/670344306430026/?type=3&hc_location=ufi

Fontes:
Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II, Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Chico Xavier e D. Pedro II, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros.

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Escravidão: quem foi vítima e quem foi opressor?

Entre 1550 e 1890, 12 milhões de negros africanos foram capturados por seus compatriotas poderosos que, movidos pela ambição de poder e riqueza, os venderam em troca de algodão e açúcar a comerciantes europeus. Estes, por sua vez, como negociantes que eram, os revendiam como escravos para fazendeiros e cidadãos ricos na América, geralmente em troca de açúcar e algodão. Era o branco trocado pelo preto.

Foi a maior migração de humanos do Planeta e a mais dramática. Dos 12 milhões capturados na origem, 2 milhões morreram em trânsito, amontoados como mercadoria nos porões dos navios negreiros. 

Muito embora a expatriação forçada e a condição de escravo impusessem uma severa e indigna degradação a essas pessoas, eles suportavam essa vida porque, enquanto mãos de obra úteis, eles ainda eram valorizados como "bens de produção" e, por isso, eram alimentados e tinham onde morar ou, pelo menos, onde se abrigar.

Por mais paradoxal que possa parecer, o outro grande golpe que essas vítimas sofreram foi a abolição que, por uma imposição legal compulsória e mal planejada, colocou toda essa gente nas ruas, sem casa, sem trabalho e sem ter, sequer, o que comer ou onde pernoitar. 

Foi um verdadeiro caos, pois a Lei proibia a relação escravocrata, mas não previa, nem tampouco regulava qualquer outro tipo de vínculo entre ex escravos e seus senhorios, obrigando a uma ruptura brusca, que deixou milhões de negros desamparados pelo país afora, em situação de indigência! Foram anos, talvez décadas de muito sofrimento, até que todo esse contingente se arranjasse na sociedade! Segundo alguns autores, eles não se arranjaram ainda, até hoje!

E foi justamente após a abolição - e por causa dela - que apareceram as primeiras favelas e guetos, assim como as centenas de quilombos e agrupamentos de pessoas em situação de penúria espalhados pelo interior do Brasil, tal como Canudos, por exemplo. 

A tão desejada libertação trouxe, como consequência, um efeito perverso, que não tinha sido avaliado. Ou seja, a liberdade foi conquistada, mas os ex cativos, acostumados ao paternalismo há gerações, não tinham condições de arcar com a própria subsistência, manutenção e segurança e caíram num limbo existencial, sem nenhuma assistência, nem por parte do Estado, nem da Igreja ou qualquer outra instituição que assumisse esse pesado encargo. 

A rigor, como diz o Historiador Florestan Fernandes, "a abolição foi uma espoliação extrema e cruel". No entanto, o estado, por razões óbvias, admite que fez corretamente o que deveria ter sido feito, pois se tratava de uma justa reivindicação da catgoria.   

Entretanto, a maior escravização da história da humanidade foi de negros escravizando negros compatriotas, para "uso" próprio. Entre os séculos XVI e XIX a Etiópia foi o único país africano a resistir à colonização europeia, assim como a não "exportar" seus próprios cidadãos como escravos. Em compensação, os seus governos tiranos garantia condições para que parte da população fosse segregada para ser usada como escravos pelos mais abastados, chegando a ter 10% da população escrava.

Fontes:
Migração dos negros pós abolição - C. E. Coutinho Costa
A nova Abolição - Petronio Domingues

* Marcio Almeida é Engenheiro Mecânico e Engenheiro Industrial, Administrador de Empresas, MBA em Gestão Governamental e Ciência Política, Especialista em Informática, ex Diretor de Auditoria do Governo Federal, Ex Presidente de Processos Administrativos da Agência Nacional de Aviação Civil, Coordenador Geral de Modernização e Tecnologia nos Ministérios da Justiça e do Trabalho e Emprego, pesquisador autodidata em Nutrologia e Nutrição Esportiva, História e Sociologia, Meio-Maratonista, MM